ECONOMIA

Valor de mercado das gigantes da tecnologia cresceu US$ 2,5 trilhões em 2021


Foto: Forbes/Brasil

O nicho de tecnologia encerrou o ano de 2021 com ganhos positivos em capitalização. Com destaque para os principais nomes do segmento, Apple e Microsoft. A dupla continua a notar uma forte demanda por seus produtos e serviços.

Quem também obteve um bom desempenho fiscal no ano passado foi a Alphabet, dona do Google, a Amazon e a Meta. Somando os ganhos de todas as empresas, é calculado um salto anual de US$ 2,45 trilhões em capitalização (quase R$ 14 trilhões em conversão direta).

Desempenhos das big techs na bolsa

Imagem: Fenixx666/Shutterstock
 
 
Descontando as variações, as ações da Alphabet foram as que mais valorizaram em Wall Street dentre as gigantes da tecnologia, fechando 2021 com alta acumulada de 65%. 

Já os papéis da Microsoft subiram 51% em 2021, mantendo a empresa no seleto clube das companhias com valor de mercado acima de US$ 2 bilhões. Segundo a Forbes, desde 2011, as ações da empresa de Redmond já subiram quase 1.200%.

As ações da Apple, por sua vez, saltaram 34% no ano passado, encurtando cada vez mais a distância da empresa de alcançar um valor de mercado ainda mais impressionante que a sua principal rival: US$ 3 trilhões.

Apesar da crise de chips e da pandemia, que levou a Apple a fechar todas as suas lojas em Nova York e adiar a volta aos escritórios, a empresa comandada por Tim Cook segue como uma das grandes favoritas entre os investidores.

Enquanto isso, as ações da Meta subiram 23% no ano passado, um dos períodos mais movimentados da empresa. O antigo Facebook (além de mudar de nome) foi eleito como a pior empresa do ano.

Em 2022, tudo indica que o foco da companhia será no badalado metaverso, que permite criar mundos interativos baseados em realidade virtual.

Por fim, a Amazon foi a única que registrou um resultado abaixo da média, já que suas ações subiram apenas 2,4% em 2021 (desde 2014, os papéis da companhia acumulam ganho de 1.000%). Ainda assim, os analistas seguem apontando a gigante do varejo como uma "grande aposta" para 2022.

 




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ECONOMIA  |   19/05/2022 22h03