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NBA não vai exigir que atletas se vacinem contra a covid-19
Aproximadamente 90% dos jogadores se imunizaram contra doença, mas a liga de basquete dos EUA decidiu que os 10% restantes não serão punidos

Com aproximadamente 90% dos atletas vacinados, a NBA não vai exigir que o restante dos jogadores se imunize contra a covid-19. Segundo informações da ESPN americana, divulgadas pelos jornalistas Baxter Holmes e Adrian Wojnarowski, os 10% que decidiram não se vacinar não serão punidos pela liga de basquete dos Estados Unidos.

As franquias mantém sigilo quanto aos atletas que fizeram essa escolha, mas Andrew Wiggins, do Golden State Warriors, e Kent Bazemore, do Los Angeles Lakers, se manifestaram publicamente contra a vacina contra o coronavírus. De acordo com Holmes, a decisão da liga não se aplica a árbitros e comissões técnicas.

Apesar dessa brecha criada pela NBA aos jogadores, autoridades locais não pretendem "aliviar a barra" para os não vacinados. Os governos de Nova York e São Francisco determinaram que eles não poderão participar de partidas em casa, seguindo as restrições sanitárias de cada região. Na prática, a medida inclui atletas do New York Knicks, Brooklyn Nets e Golden State Warriors.

Para a próxima temporada, prevista para começar em 19 de outubro, a NBA continuará investindo no cumrpimento dos protocolos sanitários. O uso obrigatório da máscara, distanciamento social e testes rotineiros são recursos da liga para evitar que haja surtos de casos nas equipes. Em caso de contato próximo com uma pessoa infectada, os jogadores deverão cumprir quarentena.

Na última semana, os Estados Unidos registraram uma média de 152 mil casos de covid-19 por dia, segundo levantamento do jornal New York Times. Com mais de 650 mil mortes desde o início da pandemia, o país sofreu uma alta também no número de mortes. Diariamente, morrem quase dois mil americanos. Em relação à vacinação, 64% da população já tomaram ao menos uma dose da vacina, e 54,6% completaram seu ciclo vacinal.

 




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