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Kim Rafael


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A RAZÃO: DA HISTERIA AO JARGÃO
Uma crônica sem perder a razão.


Imagem: projetosejafeliz.c...ibrio-essencial/


Certa vez, um carinha chamado razão, convidado para participar de um programa de televisão... não! Era de rádio, mas com interação.
 
Brincava de escrever, suava as costas esperando ser recebido, muitas vezes por políticos, para cobrar aquele negócio, de interesse de todos, o pagamento dos bancos imobiliários.
 
Ele até tinha posicionamento, até abrir a matraca com vícios de linguagem, discordando do tempo, do mundo e, principalmente, da coesão do vocabulário.
 
Os jargões, já decorados..., eram a cortina de fumaça da sua fala, que por sinal ultrapassavam os pensamentos, já que era a única coisa que restava.
 
Ai de você, caro leitor, que quiser, por uma só vez, discordar do posicionamento empírico. Será esculachado por ele no próprio programa de rádio, mas não será convidado para participar e falar nos seus olhos. Espera, a razão pode até ter razão, mas nem sempre a coragem.
 
O carinha tinha uma questão mal resolvida que ninguém sabia ao certo qual era, pois a externava apenas através de risadas dissimuladas e com ameaças de demissão. Era o coitadinho da turma, lembra? O suado?
 
Até que um dia, o carinha de mãos vazias tentou escrever uma mensagem, refletiu bem sobre o que faria, ou não, coitado! Lembra de ser contrariado? Então, naquele momento ele estava sendo... a razão de todos os tempos? Desventurando esta razão, perdido como se fosse um aloprão...
 
Mas “por exemplo”, vamos recebe-lo de volta, ou não. Ué irmão, cadê o perdão? De qualquer forma, a histeria era maior do que o próprio cérebro, tentava, tentava, tentava, mas infelizmente era incapaz de sobrepor a verdade... pois do que vale a razão, se nada do que se fala tem autenticidade?

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